Fale apenas quando for necessário. Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso já que cada vez que deixas sair uma palavra, deixas sair ao mesmo tempo uma parte de seu Chi (energia).
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
A Sabedoria do Silêncio Interior
Fale apenas quando for necessário. Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso já que cada vez que deixas sair uma palavra, deixas sair ao mesmo tempo uma parte de seu Chi (energia).
sábado, 2 de abril de 2011
A SUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER.
segunda-feira, 14 de março de 2011
Você tem português fluente?
“Tem inglês fluente?” Você provavelmente já escutou essa pergunta em inúmeras entrevistas, sempre disputadíssimas, ao concorrer a uma vaga para um emprego. Mas as coisas estão mudando. Em pouco tempo, a pergunta que você ouvirá será: “Tem português fluente?”. Pareceria normal se a questão estivesse sendo feita em alguma loja de produtos brasileiros em Miami. Entretanto, o que surpreende é um número cada vez maior de empresas procurando por profissionais que se destaquem não só pelo domínio de uma outra língua, mas também pela fluência da nossa própria. O conceito lógico de que, na sua língua nativa, cada um se expressa como pode e de que todos se entendem muito bem, nos parece perfeitamente razoável. Durante muito tempo, as empresas o consideraram como axiomático. O mercado, porém, sempre atento a qualquer indício de mudança, começa a relacionar quedas constantes de lucratividade com mensagens truncadas entre funcionários e com e-mails que massacram o bom português e que circulam livremente pela Internet, “democratizando” de modo homicida a imagem da empresa e de seu autor.
Segundo Laila Vanetti, mestre em Lingüística pela Unicamp e diretora da Scritta – Cursos e Consultoria em Linguagem Escrita –, a habilidade que uma pessoa demonstra com relação à língua determina a eficiência da comunicação. “Em uma entrevista de seleção ou de promoção, quanto mais o candidato compreender os processos de formação do texto mais ele estruturará seu pensamento para escrever e falar corretamente e, de maneira concisa e clara, transmitirá uma imagem de seriedade e de competência para o entrevistador”, afirma.
A afirmação de Laila com relação à Língua Portuguesa encontra sua confirmação em qualquer um que precise ministrar uma apresentação para os seus superiores ou clientes. As palavras não saem, a informação passada fica incompleta, o assunto não é desenvolvido com a destreza e a clareza que deveria e, por fim, o nervosismo toma conta da situação. O caso se torna ainda mais grave quando a platéia não conhece as competências do profissional que dirige a apresentação, que é imediatamente tomado por um embuste, por mais que domine tecnicamente o assunto apresentado. O resultado pode ser desastroso para a carreira do apresentador e para a empresa em que ele trabalha ou que representa. Essa situação é cada dia mais comum no mercado corporativo e, por conta disso, as empresas esperam dos seus funcionários, em todos os escalões, uma boa comunicação. O número de palestras e apresentações vem se multiplicando a cada dia. Para agravar esse quadro, se um executivo antes pedia para que sua secretária redigisse uma pauta de reunião ou um memorando para um cliente, agora ele mesmo deve arregaçar as mangas e encarar a tarefa mais simples de escrever um e-mail que, facilmente, pode se tornar bem complexa e ter algumas conseqüências nada desejáveis. Com o foco no problema da comunicação empresarial, várias instituições têm mudado os seus processos de seleção, contratação e promoção de funcionários.
A Língua Portuguesa começa a tomar uma posição de destaque em entrevistas e reuniões, tornando-se decisiva na contratação. O que antes era considerado uma exceção em processos de seleção, hoje se torna normal e essencial: a análise da linha de raciocínio do candidato a partir de uma redação ou de uma simples conversa. “A linguagem utilizada por uma pessoa é a expressão de como ela organiza seus pensamentos. Se você se comunica mal, é porque não estrutura adequadamente suas idéias. Se sua comunicação é truncada, incompleta e ambígua, não espere que o gerente de RH da empresa na qual você almeja trabalhar vá lhe dar muito crédito”, declara Laila. “Já escutei diversos diretores e gerentes de recursos humanos dizerem que descartaram funcionários que não sabiam falar ou escrever corretamente”, reafirma.
Uma só conclusão pode ser tirada: a competência da comunicação está se tornando um fator eliminatório no mercado de trabalho e uma arma poderosa para quem a domina. Portanto, na sua próxima entrevista, fique atento ao seu português. Ele pode ser a diferença entre estar ou não empregado.
segunda-feira, 7 de março de 2011
CULTIVE O BOM HUMOR E VIVA MELHOR.
Hoje acorde para vencer. Não deixe que nada afete o seu estado de espírito. Deixe-se envolver, quer cantando ou ouvindo. Comece a sorrir mais cedo.
quarta-feira, 2 de março de 2011
A MUDANÇA É UMA CONSTANTE NA VIDA!
As imagens me fizeram refletir sobre o título do assunto:
Sabemos que vivemos em um mundo de causas e efeitos. Algumas coisas acontecem. Outras fazemos com que aconteçam. Como resultado destes acontecimentos, outras coisas são ainda afetadas. A vida é uma série de eventos interligados.
O comportamento do ser humano refere-se ao conjunto organizado das operações selecionadas em função das informações recebidas do ambiente através do qual o indivíduo integra suas tendências. Ou seja, designa a mudança, o movimento ou reação de qualquer entidade ou sistema em relação a seu ambiente ou situação.
Por Atitude compreende-se uma maneira organizada e coerente de pensar, sentir e reagir em relação a grupos, questões, outros seres humanos ou, mais especificamente, a acontecimentos ocorridos em nosso meio circundante.
Atitude é um conceito amplo que designa a orientação do nosso pensamento, das nossas disposições profundas e do nosso estado de espírito diante de determinado objeto (situação, idéia, pessoa); ou seja, atitude é uma disposição interna que orienta a nossa conduta diante dos fatos e acontecimentos da vida, sejam eles reais (concretos) ou simbólicos.
Atitude é uma intenção de se comportar de certa maneira, a intenção pode ou não ser consumada, dependendo da situação ou das circunstâncias. Mudanças nas “atitudes” de uma pessoa podem demorar muito para causar mudanças de “comportamento” que, em alguns casos, podem nem chegar a ocorrer.
As pessoas acham que atitude é ação. Todavia, atitude é racionalizar, sentir e externar. A atitude não é um processo exógeno. É algo interno, que deve correr de dentro para fora. E entre a conscientização e a ação, necessariamente deve estar presente o sentimento, como elo de ligação. Ou você sente, ou você não muda...
Se você sente..., experimente trocar o seu estado de vibração: Mude agora!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
AUMENTE A SUA AUTO-ESTIMA.
Para que isso ocorra, é preciso que estejamos aptos a lidar com a sensibilidade do ser humano e saber que a busca da auto-estima faz parte do desenvolvimento de cada um.
Para isto devemos buscar o aperfeiçoamento, seja através do trabalho constante de habilidades, seja por meio do autoconhecimento, que ocorre quando o indivíduo determina um objetivo e desenvolve-se para conquistá-lo.
O resultado desse trabalho é o aumento da auto-estima do indivíduo e conseqüentemente uma melhor aprendizagem demonstrada por ele. Ou seja, passa-se do estágio “eu quero” para a etapa “eu consigo”. Isso ocorre em grande medida depois de utilizarmos as ferramentas para perceber as próprias limitações e as formas de superá-las.
Resumindo, o aumento da auto-estima passa pelo olhar e percepção das peculiaridades de cada um, conhecendo as suas dificuldades e as formas possíveis de ajuda e os talentos a serem trabalhados.
A auto-estima aumenta quando aprendemos a lidar com expectativas, ansiedades, tentativas, vitórias, fracassos, medos, pessoas e ocasiões. O ser humano só consegue ser completo quando possui esses três conhecimentos: o de si, o do outro e o do mundo.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
SOU ÉTICO?

Refletir sobre a ética é contribuir para aumentar a reflexão sobre a ação humana, tornando-nos mais sensíveis e mais sensatos, porque ela nos aproxima da realidade e nos torna mais conscientes das ações que praticamos em qualquer espaço da nossa vida.
No entanto os grandes problemas éticos se encontram na família, sociedade civil e Estado, conforme:
. Na família, hoje se colocam de maneira muito aguda as questões das exigências éticas do amor. Segundo Paulo Freire a libertação não se dá pela simples troca de papéis: a libertação da mulher liberta igualmente o homem.
. Em relação à sociedade civil o bem e o mal não existem apenas nas consciências individuais, mas também nas próprias estruturas institucionalizadas de um sistema.
. Em relação ao Estado os problemas éticos são muito ricos e complexos. A liberdade do individuo só se completa como liberdade do cidadão de um Estado livre e de direito.
"Saber é poder", dizia o grande iluminista Francis Bacon e atualmente a experiência nos mostra que existe uma maldosa dialética neste lIuminismo, nos ajudando a assumir em nossa vida de maneira mais ética, e, neste sentido, mais livre e mais humano.
Todos os dias nossas vidas, nossas relações pessoais e profissionais, nossas atitudes são moldadas por idéias e conceitos que "moram" dentro de nós.
Refletir sobre a ética é contribuir para aumentar a reflexão sobre a ação humana, tornando-nos mais sensíveis e mais sensatos, porque ela nos aproxima da realidade e• nos torna mais conscientes das ações que praticamos em qualquer espaço da nossa vida.
Agir eticamente é agir de acordo com o bem. A maneira como se definirá o que seja este bem, é um segundo problema, mas a opção entre o bem e o mel, distinção levantada já há alguns milênio, parece continuar válida.
Então... resta-nos responder: sou ético o bastante para ser virtuoso ou apenas para sobreviver em uma sociedade em que o materialismo domina.
