quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Olho vivo, espírito vivo




Nas tropas americanas, recrutam-se mais facilmente os amadores de jogos de vídeo. A boa percepção visual e a rapidez de reflexos fazem deles uns recrutas excelentes.

A prática dos jogos vídeo é, sem dúvida, uma das melhores maneiras de desenvolver a sincronização olho/braço.

Um estudo recente demonstrou uma vez mais que existe uma relação estreita entre a rapidez da percepção visual e o rendimento intelectual.

Quando deste estudo mediu-se a rapidez de percepção de diferentes estudantes. Submeteram, em seguida, esses estudantes a testes de avaliação da capacidade intelectual.

Os resultados obtidos demonstraram então existir uma relação estreita entre o olho e o cérebro. Os indivíduos que tinham uma boa percepção visual demonstraram um melhor coeficiente intelectual nos testes.

É agora a vez de descobrir como é possível apurar os diferentes sentidos, de modo a aumentar a precisão da memória e a sua rapidez de espírito.

A acuidade dos sentidos – ou seja, o seu poder de observação – desempenha, com efeito, um papel determinante sobre as suas aptidões cerebrais.

A linguagem popular reflete bem esta realidade.

No século XVII, para designar um indivíduo que olhava bem pelos seus interesses, dizia-se que ele tinha "um bom pé, um bom olho". E não se diz, na linguagem corrente, "ter faro" para os negócios ou ainda "ver claro" um assunto?

Fonte: Treinar os sentidos e o cérebro, Robert Dehin

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

A ética como aliada


Em tempos de faxina no Planalto (de novo!), corruptos e corruptores, nomeações por conveniências, e não por méritos, ministros que se encontram em “escritórios” instalados em hotéis – em horário de expediente – e obras que dispensam licitações porque se tornaram “urgentes”, adotar princípios éticos pode ser um diferencial para as empresas e servir de exemplo para muita gente por aí.
É senso comum que hoje as organizações, sejam de pequeno ou grande portes, convivam com situações que envolvem pressão por resultados, competitividade, prazos, controle de gastos e outras capazes de deixar qualquer profissional em constante tensão. Em momentos como esse, reverter o quadro e alcançar o objetivo é crucial. A questão, para muitos, é que a estratégia adotada para isso passa longe de valores como ética, moral e respeito. Mas existem organizações que vêm fazendo justamente o contrário e sendo reconhecidas por isso – e esse número está crescendo.
Empresas de diferentes segmentos têm nos seus códigos de conduta um importante instrumento para que interajam adequadamente com os seus diferentes públicos, norteando procedimentos e posturas. A atuação ética das organizações vem rendendo não só bons resultados internos como está sendo uma aliada em suas conquistas. A Solae, líder mundial no desenvolvimento de tecnologia para ingredientes à base de soja, é um exemplo claro disso. Em março, foi reconhecida pelo Ethisphere Institute como uma das Empresas Mais Éticas do Mundo (WME) de 2011. Esse é o segundo ano consecutivo que ela recebe o prêmio.
A empresa se destacou por implementar práticas e iniciativas de negócios que foram decisivas para o seu sucesso, gerando benefícios à comunidade e avanço nos padrões éticos do setor de alimentos. “A Solae está profundamente comprometida com a ética em tudo o que faz, e esse é um dos nossos quatro valores corporativos”, destaca Cornel Fuerer, vice-presidente, diretor jurídico e diretor de compliance (normas) da multinacional. “Ser homenageada como uma das Empresas Mais Éticas do Mundo pelo segundo ano é gratificante, em razão das conquistas da empresa, e nos motiva a continuarmos tendo a ética como uma prioridade em todos os aspectos de nossos negócios”, complementa o executivo.
Para incluir a ética na política da empresa, é de suma importância que ela tenha claros tanto seus objetivos quanto as ferramentas para atingi-los, incluindo o seu corpo de funcionários e suas competências. Equipes coesas e bem organizadas são fundamentais para que qualquer procedimento seja colocado em prática e devidamente cumprido.
Na Solae, uma joint venture entre a DuPont e a Bunge, a “cartilha” com os valores trabalhados pela empresa é passada ao funcionário logo que ele ingressa na companhia. Além da ética, as atividades e relações institucionais são baseadas em segurança e saúde, na proteção ao meio ambiente e no respeito às pessoas. “Todos os novos funcionários, estagiários e contratados, recebem treinamento sobre os valores corporativos e políticas da companhia assim que iniciam o seu trabalho. Além disso, todos os líderes da empresa são orientados a dar o exemplo e a encorajar os colaboradores a seguirem as diretrizes estabelecidas”, explica a coordenadora regional de recursos humanos da Solae na América Latina e África Subsaariana, Renata Vieira.
Ainda de acordo com a coordenadora, além do treinamento inicial para os novos funcionários, a Solae trabalha seus valores também com aqueles que estão há mais tempo na empresa por meio de apresentações periódicas e outras ações sobre o tema. A definição de políticas e procedimentos claros e transparentes facilita o comportamento que os colaboradores devem ter, seja com outros colegas ou com clientes e fornecedores. Mesmo assim, caso tenham dúvidas de como agir em determinada situação, eles podem recorrer aos diversos canais disponibilizados pela empresa para esclarecimento e orientação sobre qualquer procedimento. Da mesma forma, são encorajados a comunicar incidentes antiéticos que presenciarem, podendo acessar canais de reporte anônimo, se preferirem.
Essas iniciativas permeiam cada vez mais as diretrizes da companhia e norteiam as ações realizadas. Segundo Renata, a maneira como acordos e parcerias são conduzidos é tão importante quanto o negócio em si. E isso depende do comportamento dos seus funcionários, que devem zelar pela imagem da empresa. “A importância da ética no ambiente corporativo está relacionada diretamente às ações de cada funcionário, e tais ações geram impactos na reputação da Solae.
Por isso, a apresentação dos valores corporativos também é uma forte prática nossa e está presente em qualquer contato com clientes, fornecedores, parceiros e nas reuniões internas”, garante a coordenadora. 
Nortear-se pela ética deveria ser prerrequisito, uma norma social generalizada, e não um diferencial, uma qualidade ou uma virtude a ser destacada. Infelizmente, não é o que acontece, e práticas como essa, da Solae, merecem destaque.
Sua empresa também adota práticas e iniciativas que têm a ética como prioridade? Possui uma cartilha com os valores trabalhados pela empresa? Em caso positivo, envie-a para mim. Terei o maior prazer em comentá-la.

Júlio Clebsch
Editor da revista Liderança

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A Sabedoria do Silêncio Interior




Fale apenas quando for necessário. Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso já que cada vez que deixas sair uma palavra, deixas sair ao mesmo tempo uma parte de seu Chi (energia).
Desta maneira, aprenderás a desenvolver a arte de falar sem perder energia. Nunca faças promessas que não possas cumprir.



Não te queixes, nem utilizes em seu vocabulário, palavras que projetem imagens negativas porque se produzirão ao redor de ti, tudo o que tenhas fabricado com tuas palavras carregadas de Chi.Se não tens nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor se calar e não dizer nada. Aprenda a ser como um espelho: observe e reflita a energia.
O próprio Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, Porque o universo aceita, sem condições, nossos pensamentos, nossas emoções, nossas palavras, nossas ações, e nos envia o reflexo de nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam em nossas vidas.
Se te identificas com o êxito, terás êxito. Se te identificas com o fracasso, terás fracasso. Assim, podemos observar que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteudo de nossa conversa interna.
Aprende a ser como o universo,escutando e refletindo a energia sem emoções densas e sem prejuizos. Porque sendo como um espelho sem emoções aprendemos a falar de outra maneira. Com o poder mental tranquilo e em silêncio, sem lhe dar oportunidade de se impor com suas opiniões pessoais e evitando que tenha reações emocionais excessivas, simplesmente permite uma comunicação sincera e fluida.
Não te dês muita importância, e sejas humilde, pois quanto mais te mostras superior, inteligente e prepotente, mais te tornas prisioneiro de tua própria imagen e vives em um mundo de tensão e ilusões.
Sê discreto,  preserva tua vida íntima, desta forma te libertas da opinião dos outros e terás uma vida tranquila e benevolente invisivel, misteriosa, indefinivel, insondável como o TAO.
Não entres em competição com os demais, torna-te como a terra que nos nutre, que nos dá o necessário. Ajuda  ao próximo a perceber suas qualidades, a perceber suas virtudes, a brilhar.
O espírito competitivo faz com que o ego cresça e, inevitavelmente,  crie conflitos. Tem confiança em ti mesmo. preserva tua paz interior evitando entrar na provação e nas trapaças dos outros.
Não te comprometas facilmente, se agires de maneira precipitada sem ter consciência profunda da situação, vais criar complicações.  As pessoas não tem confiança naqueles que muito facilmente dizem “sim” porque sabem que esse famoso “sim”não é sólido e lhe falta valor.
Toma um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta a ti e só então tome uma decisão. Assim desenvolverás a confiança em ti mesmo e a Sabedoria.
Se realmente há algo que não sabes, ou não tenhas a resposta a uma pergunta que tenham feito, aceite o fato. O fato de não saber é muito incômodo para o ego porque ele gosta de saber tudo, sempre ter razão e sempre dar sua opinião muito pessoal. Na realidade, o ego nada sabe simplesmente faz acreditar que sabe.
Evite julgar ou criticar, o TAO é imparcial em seus juizos não critica a ninguem, tem uma compaixão infinita e não conhece a dualidade. Cada vez que julgas  alguem a única coisa que fazes é expressar tua  opinião pessoal, e isso é uma perda de energia, é puro ruido. Julgar, é uma maneira de esconder tuas próprias fraquezas.O Sábio a tudo tolera, sem dizer uma palavra.
Recorda que tudo que te incomoda nos outros é uma projeção de tudo  que não venceu em ti mesmo. Deixa que cada um resolva seus problemas e concentra tua energia em tua própria vida. Ocupa-te de ti mesmo, não te defendas.
Quando tentas defender-te na realidade estás dando demasiada importância às palavras dos outros, dando mais força à agressão deles. Se aceitas não defender-te estarás mostrando que as opiniões dos demais não te afetam, que são simplesmente opiniões, e que não necessitas convencer  aos  outros para ser feliz.
Teu silêncio interno o torna impassível. Faz uso regular do silêncio para educar teu ego que tem o mal costume de falar o tempo todo. Pratique a arte do não falar. Toma um dia da semana para abster-se de falar. Ou pelo menos algumas horas no dia, segundo permita tua organização pessoal. Este é um exercício excelente para conhecer e aprender o universo do TAO ilimitado, ao invés de tentar explicar com palavras o que é o TAO.
Progressivamente, desenvolverás a arte de falar sem falar, e tua verdadeira natureza interna substituirá tua personalidade artificial, deixando aparecer a luz de teu coração e o poder da sabedoria do silêncio. Graças a esssa força, atrairás  para ti tudo que necessitas para tua própria realização e completa  liberação. Porem tens que ter cuidado para que o ego não se infiltre…
O Poder permanece quando  o ego se mantém tranquilo e em silêncio. Se teu ego se impõe e abusa desse Poder o mesmo Poder se converterá em um veneno, e todo teu ser se envenenará rapidamente.
Fica em silêncio, cultiva teu próprio poder interno. Respeita a vida dos demais e de tudo que existe no mundo. Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-te em teu próprio Mestre e deixa os demais serem o que são, ou o que têm a capacidade de ser. Dizendo em outras palavras, viva seguindo a vida sagrada do TAO.

(Texto taoísta traduzido para o Portugues por  Stela Lecocq) 

sábado, 2 de abril de 2011

A SUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER.


Um cientista esquisitão chamado Duncan MacDougall, de Massachusets, para provar que a alma existe e tem peso, realizou um experimento real, feito em 1907, onde pesou seis pessoas numa enorme balança de dois pratos. De um lado, ficava o paciente em estado terminal, deitado em uma cama. Do outro, o doutor colocava pesos equivalentes e eram antes e depois de morrerem e constatou que o ponteiro da balança quase sempre caía os famosos “21gramas”... Sinistro... o tema para iniciar um texto num blog! Milan Kundera foi o autor que discorreu sobre a problemática humana e sua eterna insatisfação. Ele filosofa... Refletindo que o mais pesado fardo nos faz dobrar sob ele, nos esmaga contra o chão. Quanto mais pesado é o fardo, mais próxima da terra está nossa vida e ela se torna mais real, mais verdadeira. A ausência total do fardo nos faz mais leve do que o ar nos distancia da terra. O ser humano se torna semi-real e seus movimentos tão livres quanto insignificantes. A grande pergunta que o leva a filosofar tão profundamente, é: O que escolher? O peso ou a leveza? Às vezes o fardo nos traz cada vez mais para baixo, para bem perto da terra e as pessoas se sentem feliz, como a personagem Teresa do livro, pois a contradição pesado/leve é a mais misteriosa e ambígua de todas. Para Milan Kundera, o pesado fardo é que dá sentido à vida por entender que a leveza do ser, algo insustentável. Enfim... qual a conexão da experiência de Duncan e o livro de Kundera? Na experiência foi explicado que o peso da alma variava com a personalidade, inteligência e estilo de vida, influenciando o fiel da balança, de tal sorte que aquelas mais espiritualizadas eram mais “leves” e próximas dos “21 gramas”, confirmando a questão filosófica em questão, onde a materialidade dos vícios, paixões e débitos pretéritos em outras vidas, nos levam a conclusões de que somente a prática do bem torna a existência um fardo fácil de carregar e a sustentável leveza do ser.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Você tem português fluente?




Conrado Adolpho

“Tem inglês fluente?” Você provavelmente já escutou essa pergunta em inúmeras entrevistas, sempre disputadíssimas, ao concorrer a uma vaga para um emprego. Mas as coisas estão mudando. Em pouco tempo, a pergunta que você ouvirá será: “Tem português fluente?”. Pareceria normal se a questão estivesse sendo feita em alguma loja de produtos brasileiros em Miami. Entretanto, o que surpreende é um número cada vez maior de empresas procurando por profissionais que se destaquem não só pelo domínio de uma outra língua, mas também pela fluência da nossa própria. O conceito lógico de que, na sua língua nativa, cada um se expressa como pode e de que todos se entendem muito bem, nos parece perfeitamente razoável. Durante muito tempo, as empresas o consideraram como axiomático. O mercado, porém, sempre atento a qualquer indício de mudança, começa a relacionar quedas constantes de lucratividade com mensagens truncadas entre funcionários e com e-mails que massacram o bom português e que circulam livremente pela Internet, “democratizando” de modo homicida a imagem da empresa e de seu autor.
Segundo Laila Vanetti, mestre em Lingüística pela Unicamp e diretora da Scritta – Cursos e Consultoria em Linguagem Escrita –, a habilidade que uma pessoa demonstra com relação à língua determina a eficiência da comunicação. “Em uma entrevista de seleção ou de promoção, quanto mais o candidato compreender os processos de formação do texto mais ele estruturará seu pensamento para escrever e falar corretamente e, de maneira concisa e clara, transmitirá uma imagem de seriedade e de competência para o entrevistador”, afirma.
A afirmação de Laila com relação à Língua Portuguesa encontra sua confirmação em qualquer um que precise ministrar uma apresentação para os seus superiores ou clientes. As palavras não saem, a informação passada fica incompleta, o assunto não é desenvolvido com a destreza e a clareza que deveria e, por fim, o nervosismo toma conta da situação. O caso se torna ainda mais grave quando a platéia não conhece as competências do profissional que dirige a apresentação, que é imediatamente tomado por um embuste, por mais que domine tecnicamente o assunto apresentado. O resultado pode ser desastroso para a carreira do apresentador e para a empresa em que ele trabalha ou que representa. Essa situação é cada dia mais comum no mercado corporativo e, por conta disso, as empresas esperam dos seus funcionários, em todos os escalões, uma boa comunicação. O número de palestras e apresentações vem se multiplicando a cada dia. Para agravar esse quadro, se um executivo antes pedia para que sua secretária redigisse uma pauta de reunião ou um memorando para um cliente, agora ele mesmo deve arregaçar as mangas e encarar a tarefa mais simples de escrever um e-mail que, facilmente, pode se tornar bem complexa e ter algumas conseqüências nada desejáveis. Com o foco no problema da comunicação empresarial, várias instituições têm mudado os seus processos de seleção, contratação e promoção de funcionários.
A Língua Portuguesa começa a tomar uma posição de destaque em entrevistas e reuniões, tornando-se decisiva na contratação. O que antes era considerado uma exceção em processos de seleção, hoje se torna normal e essencial: a análise da linha de raciocínio do candidato a partir de uma redação ou de uma simples conversa. “A linguagem utilizada por uma pessoa é a expressão de como ela organiza seus pensamentos. Se você se comunica mal, é porque não estrutura adequadamente suas idéias. Se sua comunicação é truncada, incompleta e ambígua, não espere que o gerente de RH da empresa na qual você almeja trabalhar vá lhe dar muito crédito”, declara Laila. “Já escutei diversos diretores e gerentes de recursos humanos dizerem que descartaram funcionários que não sabiam falar ou escrever corretamente”, reafirma.
Uma só conclusão pode ser tirada: a competência da comunicação está se tornando um fator eliminatório no mercado de trabalho e uma arma poderosa para quem a domina. Portanto, na sua próxima entrevista, fique atento ao seu português. Ele pode ser a diferença entre estar ou não empregado.

Agora eu lhe pergunto: você tem português fluente?


*Conrado Adolpho é empresário, consultor e palestrante. É diretor da Publiweb Marketing e Consultoria Digital.

segunda-feira, 7 de março de 2011

CULTIVE O BOM HUMOR E VIVA MELHOR.



"O homem vê o mundo pelo seu estado de espírito: se está bem, o mundo é lindo; se está mal, todos são inimigos."

Hoje acorde para vencer. Não deixe que nada afete o seu estado de espírito. Deixe-se envolver, quer cantando ou ouvindo. Comece a sorrir mais cedo.

Ao invés de reclamar quando o relógio despertar, agradeça ao Pai Celestial, pela oportunidade de acordar mais um dia.

O bom humor é contagiante, espalhe-o. Fale de coisas boas, de saúde, de sonhos, para aqueles que encontrar. Não se lamente. Ajude as outras pessoas a perceber o que há de bom dentro de si.

Não viva emoções mornas e vazias. Cultive seu interior e extraia o máximo das pequenas coisas. Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que você as estima e precisa delas.

Repense seu valor e dê a si mesmo a chance de crescer e ser feliz. Tudo o que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obrigações atraentes e tenha garra e determinação para cumprí-las.

Mude, opine e ame o que você faz. Não trabalhe só por dinheiro e sim, pela satisfação da missão cumprida. Lembre-se de que nem todos têm a mesma oportunidade.

Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor. Transforme seus momentos difíceis em oportunidades. Seja criativo buscando alternativas e apresentando soluções, ao invés de problemas.

Veja o lado positivo das coisas e assim você tornará seu otimismo uma realidade. Não inveje, admire! Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu próprio. Idealize um modelo de competência e faça sua auto-avaliação para saber o que está lhe faltando para chegar lá. Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu talento. Só assim não terá tempo para criticar os outros. Não acumule fracassos e sim, experiências.

Tire proveito de seus problemas e não se deixe abater por eles. Tenha fé e energia. Acredite, você pode tudo o que quiser. Perdoe. Seja grande para os aborrecimentos e pobre para a raiva.

Forte para vencer o medo e feliz para permitir a presença de momentos felizes. Não viva só para o seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura e cultivar amigos. O trabalho é uma das contribuições que damos para a vida, mas não se deve jogar nele todas nossas expectativas de realizações. Finalmente, ria das coisas à sua volta.

Ria de seus problemas, de seus erros, enfim, ria da vida. A gente começa a ser feliz quando é capaz de rir de si próprio.

quarta-feira, 2 de março de 2011

A MUDANÇA É UMA CONSTANTE NA VIDA!



Recebi de um primo por email as imagens de um jovem que se joga de uma ponte num rio para salvar um frágil cão da raça poodle que fatalmente seria tragado e sucumbiria pela força das correntezas , mas pela atitude do corajoso rapaz conseguir salvá-lo e entregar a sua sexagenária dona.

As imagens me fizeram refletir sobre o título do assunto:



Uns primam pelas ATITUDES, outros apenas fotografam...

Sabemos que vivemos em um mundo de causas e efeitos. Algumas coisas acontecem. Outras fazemos com que aconteçam. Como resultado destes acontecimentos, outras coisas são ainda afetadas. A vida é uma série de eventos interligados.

O comportamento do ser humano refere-se ao conjunto organizado das operações selecionadas em função das informações recebidas do ambiente através do qual o indivíduo integra suas tendências. Ou seja, designa a mudança, o movimento ou reação de qualquer entidade ou sistema em relação a seu ambiente ou situação.

Por Atitude compreende-se uma maneira organizada e coerente de pensar, sentir e reagir em relação a grupos, questões, outros seres humanos ou, mais especificamente, a acontecimentos ocorridos em nosso meio circundante.

Atitude é um conceito amplo que designa a orientação do nosso pensamento, das nossas disposições profundas e do nosso estado de espírito diante de determinado objeto (situação, idéia, pessoa); ou seja, atitude é uma disposição interna que orienta a nossa conduta diante dos fatos e acontecimentos da vida, sejam eles reais (concretos) ou simbólicos.

Atitude é uma intenção de se comportar de certa maneira, a intenção pode ou não ser consumada, dependendo da situação ou das circunstâncias. Mudanças nas “atitudes” de uma pessoa podem demorar muito para causar mudanças de “comportamento” que, em alguns casos, podem nem chegar a ocorrer.

As pessoas acham que atitude é ação. Todavia, atitude é racionalizar, sentir e externar. A atitude não é um processo exógeno. É algo interno, que deve correr de dentro para fora. E entre a conscientização e a ação, necessariamente deve estar presente o sentimento, como elo de ligação. Ou você sente, ou você não muda...

Se você sente..., experimente trocar o seu estado de vibração: Mude agora!